sexta-feira, 27 de maio de 2011

I FESTIVAL LITERÁRIO RAUL POMPÉIA - ANGRA DOS REIS

Desta vez, meu destino literário foi Angra dos Reis, onde fiz parte de uma mesa de debates entre escritores.

O começo de nossa história se passa à meia noite de sexta (20), quando chegamos de Nova Friburgo no Colégio Naval da cidade de Raul Pompéia, que daria hospedagem para os escritores do evento.
E fomos muito bem acolhidos. No bom e velho estilo militar. Logo na entrada, na Sala de Estado, recebemos nosso kit recruta: fronha, lençol e manta. E vejam só o número que recebi: 007.

Em seguida, fomos guiados para o Alojamento dos Professores. Seria nossa primeira noite servindo à Marinha Brasileira. E mais uma, à Literatura!

Durante à noite, tive alguns sonhos esquisitos, mas deve ter sido a agitação da expectativa...

Na manhã seguinte, saímos do alojamento, eu e meu querido poeta Sérgio Bernardo, e nos dirigimos ao rancho. Rancho? Sim, rancho! Hora do café-da-manhã: P.C.M e C.L., pão com manteiga e café com leite, no jargão da taverna.

De lá, fomos para o tão esperado festival: nas ruínas da igreja onde foi batizado Raul Pompéia! Lindíssimo local.

Na parte da manhã, o professor Evanildo Bechara, membro da Academia Brasileiro de Letras, autografou alguns livros. Na foto abaixo, à esquerda, a tenente Cláudia, representante da Marinha, que apoiou incondicionalmente todo o evento.

E começa a primeira palestra: professor Bechara é mediado pelo contista e membro da Academia de Letras do Rio de Janeiro Ovídio Poli Júnior.

Aqui embaixo, uma foto de 180º, que mostra o palco e a platéia em meio às ruínas. Ares culturais...

Os alunos da UFF se mobilizaram como voluntários, trabalhando nos estandes e na organização dessa grande festa.


O evento também recebeu grandes nomes da literatura de Angra, como a professora Ednéa Paschoal, literata e historiadora de mão cheia. Escritora de elegância e extrema cultura.


E no cair da tarde, a Santa Ceia da Literatura Contemporânea...


Enfim, a mesa em que participei. Na qual havia 3 membros da Academia de Letras do Rio de Janeiro: eu (o segundo da esquerda para a direita), Sérgio Bernardo (ao centro) e Ovídio (o último, à direita). Ainda compunham a mesa: Flávio de Araújo (o primeiro à esquerda) e Alexandre Malachias (o quarto apóstolo, da esquerda para a direita).
E tudo isso em meio a esse lindo cenário!

Na manhã seguinte, dentro do Colégio Naval...



De onde já dá pra ver o mar! (Clique em qualquer foto deste post para ampliá-la.)


Já do lado de fora, tiramos algumas fotos e partimos para um passeio de barco oferecido para os autores do festival.No barco, ao longe, avistamos o Colégio Naval.


E nos encontramos com José Mário (à esquerda) e Ovídio, curadores do evento.

Abaixo, o Mount Rushmore da literatura contemporânea e modesta brasileira: Alexandre Malachias, Sérgio Bernardo, Zé Mário e Leocadio.
Finalmente, nos sentamos à mesa onde faríamos nosso almoço de letrinhas.Água cristalina vista do barco.



Fundo musical e visual de nossa refeição.

Voltando ao píer, sabíamos que estávamos aportando de volta em nossas vidas e desembarcaríamos em nossos cotidianos individuais.

Ou seja, fim da festa. Hora de ir. Não antes de agradecer à Associação Cultural Raul Pompéia pela organização de tal evento, e ao Ateneu de Letras e Artes de Angra dos Reis e à Academia de Letras do Rio de Janeiro pelo apoio.

Não temo em dizer que, a partir do dia 21 de maio deste ano, uma nova página da Literatura Contemporânea Brasileira foi virada. E um novo capítulo começou a ser escrito. Quem esteve lá há de concordar comigo...


Leia mais na seção proclames e reclames

2 desmandamentos do leitor...:

FLÁVIO DE ARAÚJO disse...

Leandro, muito legal ter estado com todos vocês, um forte abraço e com certeza a gente se vê por aki em Paraty, vamos lá capitão 007, agente especial da literatura hauau, abração

Flávio de Araújo

Clóvis Duarte disse...

Pô meu camarada, tu só podias receber o número sete mesmo. Afinal, tu não és o James, mas é Bond. Bond Escrita. Valeu brother, parabéns pelo evento. Forte abraço!

Clóvis