O começo de nossa história se passa à meia noite de sexta (20), quando chegamos de Nova Friburgo no Colégio Naval da cidade de Raul Pompéia, que daria hospedagem para os escritores do evento.
E fomos muito bem acolhidos. No bom e velho estilo militar. Logo na entrada, na Sala de Estado, recebemos nosso kit recruta: fronha, lençol e manta. E vejam só o número que recebi: 007.
Em seguida, fomos guiados para o Alojamento dos Professores. Seria nossa primeira noite servindo à Marinha Brasileira. E mais uma, à Literatura!
Durante à noite, tive alguns sonhos esquisitos, mas deve ter sido a agitação da expectativa...
Na manhã seguinte, saímos do alojamento, eu e meu querido poeta Sérgio Bernardo, e nos dirigimos ao rancho. Rancho? Sim, rancho! Hora do café-da-manhã: P.C.M e C.L., pão com manteiga e café com leite, no jargão da taverna.
De lá, fomos para o tão esperado festival: nas ruínas da igreja onde foi batizado Raul Pompéia! Lindíssimo local.
Na parte da manhã, o professor Evanildo Bechara, membro da Academia Brasileiro de Letras, autografou alguns livros. Na foto abaixo, à esquerda, a tenente Cláudia, representante da Marinha, que apoiou incondicionalmente todo o evento.
E começa a primeira palestra: professor Bechara é mediado pelo contista e membro da Academia de Letras do Rio de Janeiro Ovídio Poli Júnior.
Aqui embaixo, uma foto de 180º, que mostra o palco e a platéia em meio às ruínas. Ares culturais...
Os alunos da UFF se mobilizaram como voluntários, trabalhando nos estandes e na organização dessa grande festa.
Enfim, a mesa em que participei. Na qual havia 3 membros da Academia de Letras do Rio de Janeiro: eu (o segundo da esquerda para a direita), Sérgio Bernardo (ao centro) e Ovídio (o último, à direita). Ainda compunham a mesa: Flávio de Araújo (o primeiro à esquerda) e Alexandre Malachias (o quarto apóstolo, da esquerda para a direita).
E tudo isso em meio a esse lindo cenário!
Na manhã seguinte, dentro do Colégio Naval...
No barco, ao longe, avistamos o Colégio Naval.
E nos encontramos com José Mário (à esquerda) e Ovídio, curadores do evento.
Abaixo, o Mount Rushmore da literatura contemporânea e modesta brasileira: Alexandre Malachias, Sérgio Bernardo, Zé Mário e Leocadio.
Finalmente, nos sentamos à mesa onde faríamos nosso almoço de letrinhas.
Água cristalina vista do barco.
Fundo musical e visual de nossa refeição.
Voltando ao píer, sabíamos que estávamos aportando de volta em nossas vidas e desembarcaríamos em nossos cotidianos individuais.Leia mais na seção proclames e reclames




2 desmandamentos do leitor...:
Leandro, muito legal ter estado com todos vocês, um forte abraço e com certeza a gente se vê por aki em Paraty, vamos lá capitão 007, agente especial da literatura hauau, abração
Flávio de Araújo
Pô meu camarada, tu só podias receber o número sete mesmo. Afinal, tu não és o James, mas é Bond. Bond Escrita. Valeu brother, parabéns pelo evento. Forte abraço!
Clóvis
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